The Solus Project: novo survival em planeta alienígena promete tensão e mistério

The Solus Project novo survival em planeta alienígena promete tensão e mistério

Se tem uma coisa que eu adoro nesses indies que surgem “do nada” é quando eles pegam uma premissa simples e transformam em desconforto constante. E é exatamente isso que The Solus Project está prometendo: um game de sobrevivência em primeira pessoa em um planeta alienígena, com aquela vibe de exploração que parece tranquila… até você perceber que tem algo muito errado naquele lugar.

A ideia vem de uma parceria entre os estúdios GRIP Digital e Teotl Studios, e o ponto de partida já é pesado: a Terra está em situação crítica e você vira a “última esperança” ao pousar nesse mundo desconhecido. Só que, claro, não basta explorar e mandar um “oi, cheguei bem” pra casa. Você vai ter que sobreviver primeiro.

The Solus Project é um jogo de sobrevivência em primeira pessoa em um planeta alienígena

Aqui eu já começo a imaginar o tipo de tensão que o jogo quer construir. Em The Solus Project, você é um astronauta que cai nesse novo planeta e precisa encontrar maneiras de explorá-lo e, principalmente, tentar entrar em contato com o mundo de origem. Só que o planeta não é um “cenário vazio” esperando você passear. Ele dá sinais claros de que você não é (nem foi) o primeiro por ali.

E isso muda tudo, porque survival por si só já exige atenção a recursos, abrigo e orientação. Agora, survival com o tempero do “tem mais alguém aqui” vira um prato bem mais perigoso.

O que eu espero desse tipo de survival (e o texto já dá pistas)

  • Exploração com propósito: não é só andar, é procurar sinais, rotas e respostas.
  • Sensação de isolamento: aquele silêncio que vira personagem.
  • Mistério acima de combate: quando a ameaça é a dúvida, o medo funciona melhor.
  • Pressão constante para sobreviver: o jogo deixa claro que sobreviver é o objetivo principal.

“Quem” está aí com você… se “quem” for a palavra certa

Essa é a parte que mais me fisga. O texto bate nessa tecla: você vai precisar descobrir quem mais está te acompanhando. E já dá aquela cutucada marota, sugerindo que talvez não seja exatamente “alguém”. Esse tipo de frase, em 2015, era praticamente um convite pra gente pensar em mistério sci-fi, ruínas, sinais estranhos e aquela paranoia gostosa de “eu vi algo se mexendo ou foi impressão?”.

Tumbas, ruínas e o planeta como quebra-cabeça

Outro detalhe interessante é a menção a tumbas e “muito mais” para explorar. Isso indica que o planeta não vai ser só natureza hostil: existe história ali. E quando um survival mistura sobrevivência + arqueologia alienígena, eu já começo a esperar puzzles, áreas fechadas, descobertas em camadas e aquele tipo de lore que você vai montando aos poucos, como se estivesse decifrando um crime antigo.

No fim das contas, a promessa é bem clara: você pode até se empolgar explorando, mas o foco é sobreviver.

💡 Se você curte jogo de sobrevivência com exploração e aquela tensão de “tem algo aí comigo?”, eu recomendo também conferir minha lista de melhores jogos de sobrevivência.

Foto de Neutrinos
Neutrinos

Gamer por profissão, web designer e especialista em SEO por hobby. Minha paixão pelos games começou aos 7 anos, entre moedas para o fliperama e tardes mágicas nas locadoras de games. O resto? Heh… só quem joga entende.

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