PlayStation Phone é liberado no Brasil: o portátil com cara de console que eu esperei

PlayStation Phone é liberado no Brasil: o portátil com cara de console que eu esperei

Eu venho acompanhando esse papo de “celular gamer” faz tempo e, sim, chegou a hora: o PlayStation Phone é liberado no Brasil. Na prática, estamos falando do aparelho da Sony Ericsson que mistura smartphone Android com o DNA do PlayStation, incluindo aquele controle slide com direcional, botões de ação e ombro — nada de improvisar no touchscreen quando o assunto é jogo de verdade.

O que muda com o PlayStation Phone é liberado no Brasil

Se você curte jogar no bolso, isso aqui muda o jogo. Eu abro o slide e tenho um layout digno de controle de console, então títulos que no touch ficavam “meh” finalmente respiram. A proposta é clara: compras de games dedicados, catálogo com clássicos, ports e produções novas, tudo com integração ao universo PlayStation.

  • Controles físicos: direcional, botões ABXY “à la” PlayStation (com o padrão da marca).
  • Android + serviços PlayStation: loja de games e suporte pensado para jogos, não só apps.
  • Catálogo de lançamento robusto para 2010/2011 e promessa de clássicos adaptados.

💡 Se curte jogar no bolso, confere os Melhores Jogos para PS Vita.

Por que faz sentido no Brasil (e por que eu tô animado)

Aqui hardware é caro, eu sei bem. Muita gente vai de aparelho usado, importado ou de operadora com parcelamento longo. O diferencial do PlayStation Phone é entregar um “dois-em-um”: smartphone para o dia a dia e portátil para jogar sem sofrimento. Em vez de levar celular + portátil dedicado, eu carrego um só. E, para quem vive de parcelar com operadora, faz diferença concentrar o investimento.

Linha Sony Ericsson e o “chassi” para quem gosta de teclado físico

Antes desse híbrido gamer chegar, a própria Sony Ericsson já flertava com formatos “slide” mais parrudos. Lembra do XPERIA com teclado físico? O padrão de chassi nº 2 permitia justamente esse estilo de construção: tela touchscreen + módulo deslizante. É a mesma escola de design que vi em modelos como o Sony Ericsson XPERIA X2 (muito citado na época como Experience X2 em alguns materiais). A lógica é semelhante: o slide existe para dar ergonomia e função; no X2, era o teclado QWERTY, aqui, são os botões de jogo. A diferença é que agora o foco é 100% diversão — e isso conversa direto com quem quer jogar sério no celular.

E os jogos?

Eu espero ports bem feitos e títulos pensados para o controle físico. Coisas que no touch travavam devem ganhar nova vida. Nada impede também de baixar os “casuais” da moda, mas a graça, para mim, é finalmente ter layouts de console em um smartphone que nasceu para jogar.

Foto de Neutrinos
Neutrinos

Gamer por profissão, web designer e especialista em SEO por hobby. Minha paixão pelos games começou aos 7 anos, entre moedas para o fliperama e tardes mágicas nas locadoras de games. O resto? Heh… só quem joga entende.

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